REURB-E, Interesse Específico
Regularização custeada por quem se beneficia dela.

Na REURB-E, os custos da regularização correm por conta dos beneficiários ou do empreendedor. Conduzimos o projeto de regularização, a aprovação municipal e o registro dos títulos.

Regularização fundiária de núcleos ocupados por população não classificada como de baixa renda.

Como funciona

Na REURB-E os custos da regularização correm por conta dos beneficiários ou do empreendedor, incluindo as obras de infraestrutura essencial definidas no projeto. O enquadramento não é escolha do requerente: depende do perfil de renda do núcleo, declarado pelo município com base em estudo social.

Conduzimos o Projeto de Regularização Fundiária com estudo técnico, urbanístico e ambiental, a tramitação até a emissão da Certidão de Regularização Fundiária pelo município e o registro que abre matrícula individual para cada unidade.

Núcleos mistos são admitidos em lei, com parte das unidades tratada como interesse específico e parte como social, mas exigem caracterização por unidade, não por perímetro. É trabalhoso e é o que sustenta o registro depois.

Começamos pelo levantamento do núcleo: perímetro, número de unidades, situação de cada ocupação e da cadeia dominial da área. Esse diagnóstico define o enquadramento na modalidade específica, que precisa estar lastreado em estudo social, e não na conveniência de quem requer.

Em seguida, elaboramos o Projeto de Regularização Fundiária com estudo técnico, urbanístico e ambiental, conduzimos a tramitação junto ao município até a emissão da Certidão de Regularização Fundiária e levamos o conjunto a registro, com abertura de matrícula individual para cada unidade. Os custos e as obras de infraestrutura essencial correm por conta dos beneficiários ou do empreendedor.

Levantamento do núcleo — Perímetro, ocupações e situação fundiária da área.

Projeto de regularização — PRF com estudo técnico, urbanístico e ambiental.

Como atuamos

Etapa 1 · Diagnóstico
Verificamos matrícula, documentos e o histórico do imóvel para mapear o risco registral.

Etapa 2 · Instrução técnica
Reunimos certidões, plantas e laudos técnicos, o dossiê que o oficial vai analisar.

Etapa 3 · Protocolo e exigências
Interlocução direta com cartórios e órgãos públicos até o cumprimento de cada exigência.

Etapa 4 · Registro e entrega
Ato averbado, matrícula em dia e o dossiê completo nas suas mãos.

Dúvidas frequentes
  • Quanto tempo leva?
    Depende da serventia e da completude documental. Comunicamos um prazo estimado já no diagnóstico inicial e o revisamos a cada etapa.
  • Quanto custa?
    O custo tem duas partes: emolumentos cartorários, tabelados por lei, e os honorários técnicos. Ambos são apresentados por escrito antes de qualquer protocolo.
  • Preciso de advogado?
    Não. Este procedimento não exige advogado, exige domínio técnico do registro de imóveis. Nossa equipe conduz o caso integralmente, do diagnóstico ao registro, com a experiência de quem atuou por mais de 18 anos como Tabeliã e Oficial Registradora.
  • Atendem fora de Goiás e do DF?
    A atuação presencial é em Goiás e no Distrito Federal. Outros estados são analisados caso a caso, em geral com parceria local.