Toda regularização segue a mesma ordem: diagnóstico da matrícula, definição do instrumento, instrução documental e protocolo. O que muda de caso para caso é qual instrumento entra e em que sequência, porque um ato costuma depender do anterior para ser aceito pelo oficial.
Por isso o diagnóstico vem antes de qualquer protocolo. Ele identifica onde a cadeia dominial se quebrou, aponta se o caminho é retificação, averbação, usucapião ou uma combinação, e apresenta prazo e custo antes de você decidir.
