Gestão da qualidade em cartório não é papelada: é redução de tempo de protocolo, de retrabalho e de nota devolvida. Implantamos a norma e preparamos a serventia para a auditoria.
A condução é de quem já dirigiu uma serventia, não de consultoria externa aprendendo o rito. Isso muda o que se mede: em vez de indicadores genéricos, o tempo médio de qualificação por tipo de ato, a taxa de nota devolvida por reapresentação e o retrabalho interno, que são os três números que revelam a saúde de um cartório.
Antes de qualquer manual, três meses de medição. Com a linha de base na mão, prazo de qualificação por tipo de ato, taxa de nota devolvida por reapresentação e retrabalho interno, a implantação deixa de ser exercício documental e passa a ter alvo.
Daí em diante o rito é o mesmo nas três normas: diagnóstico de aderência, documentação dos processos críticos, treinamento da equipe e auditoria interna antes da externa. A condução é de quem já dirigiu uma serventia e sabe onde o protocolo realmente emperra.
