A ISO 9001 estrutura a serventia por processos e indicadores. Na prática: tempo médio de protocolo medido, causa de nota devolvida tratada na origem e decisão baseada em dado, não em impressão.
Mapeamos cada processo do protocolo à entrega, com responsável e indicador definidos, montamos o sistema de gestão com política, objetivos e a documentação mínima exigida, e instalamos a rotina de análise crítica pela direção, a reunião mensal em que alguém olha o número e decide algo.
Acompanhamos a auditoria do organismo certificador. Serventias certificadas que continuam lentas quase sempre implantaram a documentação e não implantaram a medição.
Mapeamos cada processo do protocolo à entrega, com responsável e indicador definidos para cada etapa. Em seguida montamos o sistema de gestão com política, objetivos mensuráveis e a documentação mínima que a norma exige, sem inflar a papelada além do necessário.
A parte que muda a serventia é a última: instalar a análise crítica pela direção com dado na mesa. Tempo médio de qualificação medido por tipo de ato, taxa de reapresentação e retrabalho interno passam a orientar decisão. Acompanhamos a auditoria do organismo certificador do início ao fim.
